Uso do Flash

Photosynth o Novo Sistema Criado pela Microsoft Labs

Em breve vou postar fotos que ja estou fazendo no sistema photosynth do centro de Jaragua do Sul.

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Gallery Kodak – a magia da fotografia

setembro 21, 2009 Deixe um comentário

Planeta Cobra Coral



Planeta Cobra Coral, upload feito originalmente por Chan – Tecnologia em Imagem.


Obra do Schwanke montada no museu WEG, toda feita com baldes coloridos.

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Vida de Fotografo

Trabalho realizado com uma câmera fotográfica em um tripé e um controle remoto na mão, durante uma produção de fotos de produtos, onde utilizei um estúdio fotográfico móvel.
foram tiradas fotografias durante todo o processo de trabalho e depois editadas em Final Cut Pro.

A fotografia, um estudo

Mais do que qualquer língua falada e ou escrita, a fotografia é uma linguagem universal. Se você ver a foto de capa de uma revista, em um golpe de vista já sabe, em parte, do que se trata a matéria e os assuntos tratados na revista independente da língua em que está escrita. A fotografia é um produto pós industrial, uma superfície que carrega uma informação e pretende representar algo, geralmente algo que se encontra presente no espaço e tempo, onde através de ferramentas como a imaginação e a câmera fotográfica, conseguimos abstrair duas das quatro dimensões, e fazer com que se conservem apenas as dimensões do plano, a isso damos o nome de imagem. Desta forma, fotografia é um processo que nos permite criar e recriar imagens do mundo, imprimindo a elas uma intenção muitas vezes inconsciente e que chamamos de visão, a intenção e visão de um fotografo quando usada com espontaneidade esta diretamente relacionada à sua vivencia, experiências e conhecimentos adquiridos ao longo da vida, por esse motivo a fotografia feita por um fotografo difere da mesma fotografia feita por outro. E essa diversidade de visões diferentes, muitas vezes sobre um mesmo tema é o que torna o ato de fotografar tão fascinante e inesgotável, visto que tudo, absolutamente tudo que está presente no mundo é de certa forma fotografavel e em muitas culturas a fotografia esta tão relacionada ao ser humano, que não possuir fotografias da infância, juventude e fase adulta, além de ser quase impossível, pode ser interpretado como uma falta de memória e ou de descaso com a vida. A fotografia é um registro e um documento incontestável de que algo realmente aconteceu, isso é preocupante quando fotos adquirem uma importância maior do que o acontecimento que deu origem a fotografia, há uma inversão de valores e passamos a nos servir de imagens (idolatria). Para o idolatra a fotografia substitui os eventos por cenas, e nesta busca por cenas passa a ser um operário das câmeras, aquele que aperta o gatilho compulsivamente e quer reter o mundo em sua câmera, esquece-se que mais importante que fotos, são os eventos que dão origem a elas. A câmera então passa a ser um jogo, onde cada vez mais vamos dominando os controles, como tudo no mundo é fotografavel, fotografar em um jogo onde o objetivo principal parece ser o de esgotar o jogo e suas possibilidades, a cada foto aumentamos as realizações e diminuímos as possibilidades.

Abertura X Velocidade

julho 9, 2009 1 comentário

Abertura e Velocidade

Quando falamos em velocidade em fotografia digital, pode ser entendida de varias maneiras, velocidade de gravação de um arquivo por exemplo, que depende entre outras coisas da capacidade de processamento e do tipo de cartão de memória, mas a velocidade de qual falo é a velocidade de captura e abertura da lente, dois conceitos fundamentais da fotografia e que são responsáveis pela exposição ( tanto na fotografia química como na fotografia digital), base para o esclarecimento de uma série de dúvidas que muitos encontram no dia-a-dia com suas maquinas digitais.
Ja falamos que a captura de uma imagem estática depende da exposição de uma superfície sensível a luz ( o filme ou sensor) por um determinado tempo. Se entrar luz demais a foto fica super-exposta ( esbranquiçada, estourada, sem detalhes nas altas luzes). Com luz de menos, fica sub-exposta, muito escura. E as formas de controlar quanta luz entra na câmera são justamente os ajustes de abertura e velocidade.

Abertura

Abertura, como o nome indica, é o tamanho do orifício pelo qual a luz entra na câmera. Sabe aquela imagem tipicamente associada a fotografia, com uma serie de laminas que lembram uma hélice com um buraco no meio? Aquilo e um diafragma, que pode produzir um orifício maior ou menor, de acordo com a abertura selecionada. Este ajuste também é chamado de F-stop, como veremos em seguida.
Normalmente o valor de abertura é expresso na forma de f/X (dai o f-stop) ou 1:x. Quanto maior o denominador (X), menor a abertura ( essa talvez seja a maior dificuldade no entendimento da abertura, por ser inversamente proporcional). Uma abertura f 2.8 (1:2,8) é menor do que uma abertura f 2.4 ( 1:2.4) e ou seja deixa entrar uma quantidade menor de luz que a f 2.4. Quanto menor o numero, maior e a abertura e mais clara é a lente pois deixa passar uma quantidade maior de luz, lentes mais claras empregam características de elementos construtivos maiores e por este motivo são mais raras e mais caras.
Nas lentes das câmeras, inclusive na maioria das digitais compactas, vem marcado uma letra f seguida de um numero, este numero representa a maior abertura desta lente, e sua capacidade de deixar passar um quantidade maior ou menor de luz.
Existe uma tabela internacional de valores padrão de aberturas, consideras inteiros e ou “stops”, os valores f/1 f/1.4 f/2 f/2.8 f/4 f/5.6 f/8 f/11 f/16 f/22 f/32, bem como os intermediários “half-stops”, os números f/1.2 f/1.7 f/2.3 f/3.4 f/4.7 f/6.7 f/9.5 f/13 f/19 f/27 e f/38 ( esses valores são mais raros nas câmeras atuais). De um stop “inteiro” para outro a quantidade de luz que entra na câmera por um determinado tempo de exposição é reduzido pela metade.

Velocidade

Esse tal “determinado tempo de exposição” nada mais é do que a velocidade (chamada em inglês de “exposure”), medida em fracões de segundos (ou segundos inteiros em exposições longas). Por serem fracões também seguem a regra do “mais é menos”. Uma velocidade de “1000”, que na verdade representa 1/1000 s, significa uma exposição menor do que 500 ( 1/500 s ). Quanto maior é a velocidade, mais curta é a exposição, mais rápido o obturador se fecha e a luz é capturada de forma mais rápida.
A sequência típica de uma câmera, inclui valores como 1/2s ( meio segundo), 1/4s (um quarto de segundo) 1/8 ( um oitavo de segundo ), 1/15 1/30 1/60 1/125 1/250 e os já citados 1/500 e 1/1000 ( um milésimo de segundo ), embora hoje existam câmeras mais sofisticadas que podem nos presentear com até 1/16000. Em exposições de um segundo ou mais, a velocidade passa a ser representada em segundos inteiros (1, 2, 4, 8, e mais comum até 30s) logo quanto maior o número, mais longa é a exposição. Como os valores praticamente dobram a cada ajuste, A mudança de um nível de velocidade, reduz a metade e ou duplica a quantidade de luz que entra na câmera.